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Só quero que saiba que eu ainda estou aqui. Esperando uma mensagem sua ou uma voz no portão gritando meu nome. Ainda espero uma ligação de um número desconhecido que apaguei do meu celular mas guardei em um pedaço de papel dentro do meu guarda roupa pra caso um dia a saudade apertasse. E apertou, afrouxou, achei que esqueci, mas voltou a doer, te vi, o coração parou, disparou e surtou. As borboletas no estômago percebi que ainda estavam vivas, elas fizeram uma bagunça danada aqui dentro. Engraçado, achei que elas já estivessem morta, mas só foi ver você que elas acordaram, provaram que ainda estavam ali, as mãos suaram, o corpo tremia e mais uma vez os sintomas atacaram. Acho que sintomas de saudade, ou sei lá… mas como eu estava dizendo eu ainda espero por algum sinal seu. Algum sinal de que tudo o que tivemos não foi uma grande mentira. Um sinal de que você me ama da mesma forma que sempre disse amar tanto. Eu não sei se acredito mais em todas aquelas palavras que você me disse. Até porque uma das mais faladas eram “Eu não vou te deixar nunca”… e ops! Cadê você? O que nunca me deixou desde que você se foi, é só a saudade…
Esses são pra não enlouquecer (Flávia Oliveira)